O DIU de Cobre e as IST e DSTs
DIU de cobre

O DIU de Cobre e as IST e DSTs

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Milhões de mulheres ao redor do mundo contam com a segurança e confiabilidade do dispositivo intrauterino de cobre, o DIU de cobre, como método de contracepção. Extremamente eficaz em impedir que a gravidez ocorra, este método contraceptivo, no entanto, não oferece proteção contra as DSTs.

As DSTs - Doenças Sexualmente Transmissíveis, como seu próprio nome explica, são doenças transmitidas majoritariamente por meio de relações sexuais desprotegidas, sem o uso de preservativos, as camisinhas.

IST e DSTs


Atualmente, a terminologia IST – Infecções Sexualmente Transmissíveis vem sendo adotada pelo Ministério da Saúde e outros órgãos da área, e serve para denominar infecções que podem ou não desencadear as DSTs.

Apesar de muitas vezes tomadas como sinônimos, a mudança conceitual no uso dos termos reflete uma outra forma de se abordar a questão, cuja ênfase recai mais nas formas de contágio (infecção) do que no sintoma propriamente dito (doença).

Segundo o Ministério da Saúde, as IST “caracterizam-se por infecções causadas por mais de 30 agentes etiológicos diferentes (bactérias, vírus, fungos e protozoários), sendo transmitidas de maneira prioritária por contato sexual. Eventualmente, podem ser transmitidas por contato sanguíneo, da mãe para a criança durante a gestação, o parto ou a amamentação.”

Formas eficazes de prevenção


A prevenção às IST e, consequente às DSTs, envolve uma série de abordagens. A disseminação de informações e a educação sobre o tema, a estruturação de uma rede pública e privada de saúde preparada e capacitada para tratar e controlar tais infecções. A adoção por parte dos indivíduos de certos cuidados durante as práticas sexuais são essenciais.

O DIU de Cobre e as IST/DSTs


Apesar de o uso do DIU de cobre crescer exponencialmente em todo o mundo, inclusive no Brasil, muitas dúvidas ainda o cercam. Para muitas pessoas ele ainda é um método pouco conhecido. Uma das principais dúvidas incide justamente na relação entre o uso do dispositivo e a prevenção às DSTs.

Mulheres que optam pelo DIU de cobre contam com um método de altíssima eficácia e longa duração. O dispositivo pode ser mantido por até 10 anos com a mesma eficácia contraceptiva, que é da ordem de 99,3%

No entanto, o uso do DIU não oferece qualquer tipo de proteção contra as IST e DSTs. Para se evitar vírus, bactérias, fungos e protozoários durante o sexo, a recomendação é sempre pelo uso de camisinhas.

Segundo o Ministério da Saúde, “é sempre recomendada que seja realizada a dupla proteção, ou seja, que seja utilizado também o preservativo feminino ou masculino em todas as relações sexuais (oral, anal ou vaginal), pois são os únicos métodos que protegem de infecções sexualmente transmissíveis, inclusive HIV/Aids, sífilis e hepatites virais.”

Tanto as camisinhas masculinas quanto as femininas, assim como o DIU de cobre, são disponibilizados gratuitamente pelo SUS.

O DIU facilita o contágio das IST/DST?


Não, de forma alguma. Apesar de não oferecer proteção contra as IST e DST, não existe qualquer tipo de relação orgânica entre o uso do DIU e o aumento na possibilidade se contrair infecções. Bem como as doenças sexualmente transmissíveis.

O que pode haver é o descuido ou mesmo falta de informações por parte de algumas mulheres. Que deixam de usar as camisinhas durante as relações sexuais por acharem que já estão devidamente protegidas.

Cuide-se!


Além do uso de preservativos, visitar periodicamente um médico ginecologista. Realizar exames clínicos e laboratoriais regularmente é fundamental para a manutenção da saúde.  Melhora a qualidade da vida sexual e reprodutiva não apenas da mulher, mas da sociedade como um todo.

Quer saber mais sobre o DIU de Cobre, acesse nosso blog!

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